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8 Hábitos de Autores YA Bem Sucedidos

Hey!
O site do The Atlantic publicou (em inglês) oito hábitos de autores bem sucedidos de livros do gênero jovem adulto. E eu, como uma pessoa super legal, resolvi postar um resumo, em português!
Primeiro: livros do gênero jovem adulto, "YA", são para e sobre adolescentes. O que não quer dizer que adultos não possam ler! Mas o foco das vendas é nos adolescentes. Até porque são eles o foco das estórias. Por isso é importante que os leitores identifiquem-se com os personagens e com o enredo.
Nolan Feeney entrevistou oito autores e editores do gênero para descobrir como eles criam personagens e estórias que se parecem reais para os adolescentes, mesmo que o mundo real e o mundo dos livros possam parecer totalmente diferentes.

01 - Pense como um adolescente.
Rainbow Rowell, autora de Eleanor & Park, nunca se propôs a ser uma autora de YA. Ela escreveu Eleanor & Park do mesmo modo que escreveu Attachments. Mas um colega escritor disse à Rowell que não são apenas os personagens adolescentes que faziam Eleanor & Park um livro de YA. Mas porque o romance era visto pelos olhos deles.
"Eu acho que todo mundo é, no fundo, um pouco adolescente ainda e você só tem que trabalhar para ajudar a si mesmo a acessar esse adolescente." diz Veronica Roth, autora da trilogia Divergente. Ela também afirma que às vezes seus personagens parecem muito adultos, então ela tem que voltar e se lembrar de que eles são adolescente e têm que cometer alguns erros.

02 - Encontre a "verdade emocional" das experiências adolescentes.
A Culpa é das Estrelas, escrito pelo hilariante e comovente John Green, não é um livro muito parecido com a realidade da maioria de seus leitores, que provavelmente não têm câncer e não voam para Amsterdam em busca de um recluso e alcoólico autor. E, no entanto, o livro é um best-seller.
Os leitores, provavelmente, também não se identificam com A, personagem do livro Todo Dia, de David Levithan. A acorda todos os dias em um corpo diferente e tem que seguir uma rotina diferente.
Mas não é com o físico que os adolescentes se identificam, e sim com a essência dos personagens e com as questões com que eles estão lidando.  "Com Jogos Vorazes, mesmo que nós nunca estaremos na pele de Katniss, as decisões que ela toma fazem sentido emocional para nós, mesmo quando ela faz as decisões erradas." diz David Levithan, por email.
"Talvez um pouco do que é universal é a intensidade da experiência, a intensidade de se apaixonar pela primeira vez, a intensidade de fazer perguntas sobre a morte e seu significado pela primeira vez." diz John Green. E deve ser por isso que Hazel e Gus são tão amados pelos leitores.

03 - Uma boa cultura pop como referência.
Hazel Grace, de ACEDE, é uma fã de America's Next Top Model, como muitas adolescentes. Mas nós não vimos muito do reality show no livro. Hazel também é obcecada pelo livro Uma Aflição Imperial, que é um romance intelectual. "Uma das coisas que eu amo sobre os adolescentes é que eles não fazem distinções entre alta cultura e baixa cultura, como os adultos." diz Green. "Não é incomum adolescentes listarem seus dois livros favoritos como Gossip Girl e O Grande Gatsby. Eles não acham estranho dizer 'Eu amo Toni Morrison e eu também amo Justin Bieber.'"
É bom que as pessoas reconheçam a cultura dos personagens. Mas não precisa exagerar e querer citar a todo mundo marcas, seriados e pessoas porque isso atrapalhará leitores não familiarizados. (Dica de Rowell)

04 - Usar adolescentes da vida real como inspiração.
Jodi Picoult, autor best-seller do New York Times, conta que quando estava escrevendo um livro especificamente para leitores jovens, com a sua filha adolescente como co-autora, ouviu dela muitas coisas da vida real de uma adolescente, o que fez com que a estória de seu livro fosse mais precisa. Os adolescentes podem ser usados como a fonte de pesquisa de um autor. Mas não só os adolescentes e sim também as coisas onde eles postam muita informação, como Tumblr, Twitter, Fan fictions... 

05 - Arrisque-se usando gírias.
Use gírias, mas não as use com demasia. Kathryn Reiss conta que as gírias dos adolescentes duram no máximo quatro anos, então se você quer ter um clássico ou que dure mais que esse tempo não use muitas gírias.
Gírias em demasia podem parecer forçadas e chatas.

06 - Mantenha-o em movimento.
Autores de YA são mais livres para escrever e não precisam estar a todo tempo tentando impressionar seus leitores com suas habilidades. É mais fácil para o autor desenvolver suas estórias quando elas são narradas em primeira pessoa e no presente. A narração pode ser realizada por uma voz que se imponha e que seja simples ao mesmo tempo.

07 - Está tudo bem YA ficar um pouco escuro.
Não há nada fora dos limites, o autor pode mergulhar em assuntos como morte, drogas, estupros... Os jovens querem ter experiência nestes campos, mas é muito mais seguro se apenas lerem sobre isso em estórias com personagens que mostram as consequências. Eles pode explorar a escuridão lendo, e não lá fora onde não estarão seguros nem agindo responsavelmente.

08 - Encontro o "centro da esperança".
Nem todo livro tem o "felizes para sempre", mas a maioria diz que vale a pena acordar amanhã. "Katniss, por exemplo, ganhou os jogos, mas não é o título de vencedora que mais importava, mas sim sobre como ela ganha em seus próprios termos de integridade e empatia." explica Reiss. Nas ficções da vida real pode haver um personagem que não tenha nenhum amigo, mas no final do livro isso não vai continuar como um perdedor total.
Levithan diz que um YA não precisa ser cheio de lições de moral, mas que diga que você irá encontrar uma maneira de sobreviver, mesmo que "merda" lhe atinja por todos os lados. "Não se trata de ser maçante ou pragmático dizendo que a maioria das pessoas encontra um caminho para sair do labirinto da adolescência. É só ser preciso."

Livro: As Batidas Perdidas do Coração

Hey!
Primeiro de tudo: este é um post com a minha opinião sobre o livro. Então não vou falar o que pode ser encontrado na maioria das resenhas: Vivi e Rafa se encontram após a morte de parentes e blá bá blá!

As Batidas Berdidas do Coração, de Bianca Briones, foi um livro indicado por uma amiga. Confesso que a maioria dos livros nacionais, mais novos, me incomodam. E, geralmente, este problemas é um combo: personagens superficiais e narrativa muito coloquial e pobre. Mas As Batidas Perdidas do Coração me surpreendeu. Primeiro porque os personagens não são aquele clichê que todo mundo já esta acostumado na maioria dos livros "bad boy e mocinha". Segundo porque eles não são superficiais. Eles são intensos e cheios de sentimentos. Mas a narrativa é coloquial, o que me desencantou!
Eu estava lendo o livro e algo estava me incomodando muito. Eu não sabia o que era até que percebi que os personagens são intensos, mas a narrativa acaba os deixando um tanto chatos. As gírias, no meio de algo mais formal, me faziam pensar: "hum, legal a autora tentar deixar aquilo menos formal, mas sem demasia!".
Os personagens são maravilhosos (e confesso que estou esperando o livro de Bernardo e Clara). A narrativa deixa a desejar e gostaria de ressaltar que, às vezes, uma vírgula faz toda diferença. Acho que essa é uma das coisas que mais me incomodam quando estou lendo um livro: vírgulas e pontos sendo colocados em lugares errados.
Eu sempre achei que você não pode vender um produto e fazer a propaganda dele com a opinião de amigos, que te ajudaram desde o início ou quase. E isso me incomodou bastante quando li partes das criticas de pessoas que estavam na parte de agradecimentos da autora. Ainda bem que podemos ler resenhas na internet...
Quero deixar claro: o livro, a estória não é ruim. Mas a narrativa, às vezes, torna-se cansativa. Tenho certeza que falar sobre drogas não é algo fácil, até porque drogas não é um assunto fácil. E isso a autora trabalhou brilhantemente, mostrando os altos e baixos de um viciado. Mostrando que a vida pode bater duro nas pessoas, e é normal elas caírem. Adorei como a autora mostrou que uma pessoa viciada em drogas atinge tudo ao seu redor. Todos ao redor dessa pessoa vão se machucar, e isso é inevitável.
Confesso que quando podemos nos "ver" em um personagem, ficamos mais ligados com a estória. E com todas as diferentes personalidades dessa grande quantidade de personagens, acho difícil alguém não pensar o mesmo que eu: "aquele personagem se parece comigo".
Não posso só falar dos pontos negativos deste livros e nem só dos pontos positivos.
Os personagens são, sim, bem construídos. Os temas: drogas, overdose, câncer, luto, aborto, etc. são difíceis de serem abordados, mas acho que isso não foi problemas para a autora. A narrativa dos capítulos de Rafael é chata.
Mas mesmo assim, recomendo a leitura!

Looks: Mi Casa Su Casa

Hey!

Blusa: Freesurf
Short: no boundaries
Calça: DLZ
Tênis: All Star Converse
Sapatilha: Dakota








Filme: Deus Não Está Morto

Hey!

Eu sei que muitos de vocês conhecem nomes como Shane Harper e Kevin Sorbo, mas Deus Não Está Morto não é um filme muito popular. Pelo menos não no Brasil. Então, onde foi que eu encontrei este filme? Na loja do Google Play. O filme estava em destaque e o nome chamou-me a atenção. Mas a sinopse foi que me fez querer ver o filme.
"Quando o jovem Josh Wheaton (Shane Harper) entra na universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia (Kevin Sorbo) que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a comprovar a existência de Deus. Começa uma batalha entre os dois homens, que estão dispostos a tudo para justificarem seus pontos de vista - até se afastarem das pessoas mais importantes para eles."

O filme ganhou apenas uma estrelinha da crítica do site Adoro Cinema. O blogueiro Hermes C. Fernandes também fez uma crítica ao filme, intitulada "Deus Está Morto de Vergonha" Recomendo que leiam estas crítica (e os comentários), pois há muitas partes com as quais eu concordo, e muitas que não concordo...
Sim, Deus Não Está Morto é um filme cristão. Mas se você for analisar, também é um ótimo filme. Não pela crítica de outras religiões ou de vários outros pontos que o fazem parecer uma piada em comparação ao que você espera após ler a sinopse, mas porque deixa várias mensagens e nos faz pensar que se tivermos fé as coisas darão certo. O final é decepcionante, sim. Se você é ateu, provavelmente vai assistir ao filme e odiará o final (assim como eu, que sigo a doutrina espírita).
Sinceramente, após assistir ao filme contínuo com a minha crença e a minha opinião, que no contexto do filme seria: "Deus está morto". Mas se você for analisar como um cristão, o filme é ótimo, pois é um filme cristão. Você não pode querer que um cristão assista a um filme ateu e o ache maravilhoso, porque isso não vai acontecer. É claro que aqueles que seguem outras crenças no filme são retratados de uma maneira ruim, mas, acredito, que este é o ponto de vista dos cristãos.

Enfim, acredito que a mensagem que o aluno e o professor deixam é que não importa a sua crença, você não pode forçar as outras pessoas a acreditarem nela. E se você acredita em algo, lute por isso.

O diálogo que mais me marcou é um dos últimos entre professor e aluno, onde o aluno pergunta ao professor se ele odeia Deus e o professor responde que sim. Então o aluno pergunta: "Como o senhor pode odiar alguém que nem existe?"


Porque não somos todo mundo!

Hey!
Sei que muitos já ouviram, principalmente da mãe, a frase "você não é todo mundo". E, confesso, que concordo totalmente com isso. Não somos todo mundo. Somos diferentes, e por isso que a cultura dos povos é diferente. Por isso existem várias religiões, vários partidos políticos, várias profissões, vários tipos de cabelo, etc...
Já pensou como seria chato este nosso mundo se fossemos todos iguais?
Todo mundo assistiria aos mesmos programas de TV, todo mundo teria a mesma profissão, todo mundo usaria as mesmas roupas e todo mundo teria a mesma cor favorita.

Mas não somos todos iguais, ainda bem!
E, por não sermos todos iguais, que existem as opções sexuais. No plural! Não é todo mundo que é hétero e não é todo mundo que é homossexual. Você não pode dizer "Todos os guris que se vestem de tal forma são gays" ou "toda guria que usa short curto é puta"... Porque não somos todo mundo. Essa coisa de dizer que todo mundo é isso ou aquilo é o mesmo que generalizar, e sempre, repito SEMPRE, há exceções!
Somos livres para amar quem quisermos, para sentirmos atração sexual por quem quisermos e para expressar isso como quisermos.

Não somos todo mundo. Porque ser todo mundo é não ter personalidade.

Abaixo estão três imagens (do Tumblr) de exemplos de amor e carinho. Sentimentos que nem todo mundo é capaz de sentir!









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